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INTERVENÇÃO DO MINDCOM NA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE TÓQUIO SOBRE DESENVOLVIMENTO EM ÁFRICA

Governo 22-10-2026
ANGOLA REFORÇA PARTICIPAÇÃO DE MULHERES E JOVENS NO COMÉRCIO AFRICANO

Angola participa na Conferência “Sua ZCLCA” para a África Central, que decorre de 21 a 23 de Outubro, em Brazzaville, República do Congo, com foco na promoção do empoderamento económico das mulheres e dos jovens no quadro da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA).

A delegação angolana é chefiada pela Secretária de Estado para o Comércio e Serviços, Augusta Fortes, em representação do Ministro da Indústria e Comércio, e integra o Embaixador de Angola na República do Congo, o Adido Comercial e Negociador-Chefe de Angola na ZCLCA, Alcides Luís, bem como quadros seniores do Ministério da Indústria e Comércio e da Missão Diplomática angolana naquele país.

O encontro reúne responsáveis governamentais e parceiros institucionais para concertar medidas que promovam a implementação do Protocolo da ZCLCA sobre as Mulheres e os Jovens no Comércio, com vista a ampliar o acesso destes grupos aos mercados, ao financiamento e às cadeias de valor regionais e continentais.

Um dos momentos centrais é o Diálogo Ministerial de Alto Nível, dedicado à definição de orientações políticas e acções prioritárias para assegurar a participação efectiva das mulheres e dos jovens no comércio intra-africano.

Entre os resultados esperados constam a adopção da Declaração de Brazzaville, relativa ao lançamento da Rede “Sua ZCLCA” da África Central, e a elaboração de um roteiro regional para o período 2027-2030.

A sessão de abertura contou com a presença do Vice-Primeiro-Ministro da República do Congo, Jean Jacques Bouya, em representação do Presidente da República, Denis Sassou Nguesso, do Secretário-Geral da ZCLCA, Wamkele Mene, de Ministros responsáveis pelo Comércio dos Estados-membros da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e de representantes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), entre outros convidados.

Na véspera do evento, a Secretária de Estado Augusta Fortes foi recebida em audiência pela Ministra do Comércio, Abastecimento e Consumo da República do Congo, Jacqueline Lydia Mikolo. Durante o encontro, foram abordadas medidas para acelerar a implementação do Protocolo e incentivar o envolvimento das mulheres e dos jovens nas oportunidades de integração comercial africana.

A iniciativa “Sua ZCLCA” é promovida pelo PNUD, em parceria com o Secretariado da ZCLCA, visando fortalecer a liderança económica das mulheres, a sua competitividade e o acesso às oportunidades de negócio no continente.

ANGOLA NO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA ZCLCA

Angola assinou o Acordo que cria a Zona de Comércio Livre Continental Africana em Março de 2018 e ratificou-o em 2020, através da Resolução n.º 35/20, de 23 de Setembro, da Assembleia Nacional. O instrumento de ratificação foi depositado junto da Comissão da União Africana a 4 de Novembro do mesmo ano.

O Acordo entrou em vigor a 30 de Maio de 2019, tendo as trocas comerciais sido oficialmente lançadas a 1 de Janeiro de 2021.

No âmbito da sua implementação, Angola participa nas negociações sobre diferentes matérias, com destaque para o comércio de mercadorias e de serviços, áreas em que o País já dispõe das respectivas propostas de oferta.

A participação angolana neste encontro reafirma o compromisso nacional com a integração económica africana, a diversificação da economia e a criação de oportunidades para uma participação mais activa das mulheres e dos jovens no comércio continental.

Fonte: MINDCOM
Governo 22-10-2026
INAPEM PARTICIPA NA FEIRA DO EMPREENDEDORISMO 2026 EM SÃO PAULO

O Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) participa na Feira do Empreendedor 2026 (FE26), organizada pelo Sebrae-SP, que decorre de 19 a 22 de Outubro, em São Paulo, Brasil, reunindo soluções e experiências de apoio ao empreendedorismo na América Latina.

A delegação angolana é chefiada pelo Administrador do INAPEM, Fernando Azevedo, e integra o Chefe do Departamento de Estudos e Estatísticas, Domingos Kiala. A missão visa conhecer metodologias, modelos de organização e soluções de apoio empresarial que possam ser adaptados à realidade angolana.

A FE26 está organizada em seis eixos estratégicos, dedicados à criação e expansão de negócios, melhoria da gestão, desenvolvimento económico local, sustentabilidade e comportamento empreendedor. O recinto integra ainda espaços de formação, inovação, marketing, comércio digital, franquias, serviços financeiros, atendimento empresarial e promoção de negócios, proporcionando orientação, capacitação e oportunidades de contacto comercial num único espaço.

Para o INAPEM, esta experiência constitui uma oportunidade de identificar boas práticas aplicáveis ao fortalecimento do ecossistema empreendedor nacional, nomeadamente na formalização de negócios, valorização da produção nacional, dinamização de sectores como o agronegócio, restauração e beleza, promoção do comércio electrónico e facilitação do acesso a serviços financeiros.

A adaptação de um modelo desta natureza poderá contribuir para uma feira nacional do empreendedorismo que reúna, de forma integrada, serviços de orientação, formação, financiamento e conexão comercial, reforçando o apoio às MPME angolanas.

O INAPEM prossegue, assim, o seu compromisso com a promoção do empreendedorismo, a capacitação dos empresários e a cooperação internacional, em prol do desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas em Angola

Fonte: INAPEM - COMUNICAÇÃO
Governo 22-10-2026
ZEE EP RECEBE DELEGAÇÃO DA NAMÍBIA INVESTMENT PROMOTION AND DEVELOPMENT BOARD

A Zona Económica Especial EP recebeu, nesta terça-feira, 20 de Outubro, a delegação da Namibia Investment Promotion and Development Board (NIPDB), no âmbito da visita da Chefe de Estado da Namíbia a Angola e do reforço das relações diplomáticas e económicas entre os dois países.

A delegação foi recebida pelo Presidente do Conselho de Administração da ZEE EP, Manuel Francisco Pedro, acompanhado pelos Administradores Executivos. O encontro teve como foco a criação de sinergias entre empresas namibianas e empresas instaladas na ZEE, o estabelecimento de parcerias estratégicas e a identificação de oportunidades para a instalação de empresas da Namíbia na Zona, como segundas bases de operações na região.

Durante a sessão, foram igualmente apresentadas as potencialidades da ZEE, com destaque para as infra-estruturas disponíveis, as condições oferecidas para a instalação de empresas, a capacidade industrial instalada e as oportunidades de investimento e dinamização da actividade produtiva.

O programa incluiu visitas à unidade industrial Yonibien, dedicada à produção de massa alimentar e fuba de milho, e ao CITAV — Centro Industrial de Tecnologia Avançada, permitindo à delegação conhecer de perto as capacidades produtivas e tecnológicas instaladas na ZEE.

Com esta aproximação institucional, a Zona Económica Especial reafirma o seu compromisso com a atracção de investimento e o estabelecimento de parcerias estratégicas que promovam a diversificação económica, a industrialização e o desenvolvimento do sector produtivo nacional, em alinhamento com as prioridades do Executivo angolano.

A iniciativa enquadra-se nas acções de cooperação económica entre Angola e a Namíbia, criando oportunidades para a expansão empresarial, a transferência de tecnologia e o fortalecimento das relações comerciais entre os dois países.

Fonte: ZEE EP - GCS
Governo 19-10-2026
INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Angola quer elevar taxa de utilização da capacidade industrial para 65 por cento
O Executivo pretende elevar a taxa de utilização da capacidade industrial instalada de 54 por cento para 65 até 2027, uma estratégia que procura aumentar a produção nacional e melhorar a competitividade da economia.
A pretensão foi anunciado pelo Presidente da República, João Lourenço, na quinta-feira, 15 de Outubro, durante o discurso sobre o Estado da Nação, na Assembleia Nacional.
João Lourenço disse que os resultados alcançados demonstram uma trajectória positiva de reforço da base produtiva nacional, sendo destaque a subida da capacidade instalada de 31 para 54 por cento.
O Titular do Poder Executivo disse que o financiamento será orientado para projectos com impacto produtivo real e diversificação da base industrial realizada para além dos alimentos e bebidas.
Outra pretensão é reduzir a taxa de informalidade no comércio de 85 por cento para 69 por cento, criando, deste modo, mais de 200 mil empregos, bem como concluir os laboratórios nacionais de qualidade e metrologia, para exportar com confiança e incrementar as exportações não-petrolíferas com maior peso nos mercados africanos.
“Produzir mais, transformar melhor, distribuir com eficiência e exportar com qualidade, são objectivos estruturantes para uma economia mais forte, competitiva e inclusiva”, sublinhou.
O Presidente da República deu a conhecer que a a produção nacional cobre quase toda a procura interna de bens como a farinha, massas, cerveja, refrigerantes, sabão e cimento.
Por outro lado, as importações de bens alimentares caíram em cerca de 595 milhões de dólares entre 2022 e 2025, enquanto as exportações não-petrolíferas cresceram 66 por cento, sobretudo o ferro, aço, cimento, pescado e as bebidas.
Para João Lourenço, os progressos alcançados demonstram que Angola está a consolidar capacidades produtivas próprias, reduzir vulnerabilidades externas e a criar oportunidades económicas a partir da sua base industrial, comercial e logística.
“Esta trajectória fortalece a soberania económica nacional e permite transformar recursos, talento e investimento em prosperidade mais sustentável”, afirmou.
O compromisso do Executivo, acrescentou, é continuar a promover a produção nacional, a transformação industrial, o comércio organizado, as exportações, o emprego e as oportunidades para os cidadãos, de modo a consolidar uma economia mais resiliente, diversificada e orientada para resultados concretos.
“Com disciplina, visão estratégica e articulação entre o Estado, o sector privado e as comunidades produtivas, continuaremos a fazer da indústria e do comércio instrumentos decisivos para a prosperidade das famílias, a competitividade nacional, a inclusão económica e o desenvolvimento equilibrado de Angola”, sustentou.

Fonte: CIPRA
Governo 19-10-2026
SUMMIT | FINANÇAS, INVESTIMENTOS E NEGÓCIOS

Ontem estive com o Director Nacional de Fomento Empresarial, Alan Varela e o Jorge Manuel, Chefe do Departamento para o Fomento Empresarial, Direcção
Nacional de Economia e Fomento Empresarial, MINDCOM, para o último alinhamento sobre as iniciativas promovidas durante esta edição do FIN Summit | Finanças, Investimentos e Negócios
O destaque vai para 3 iniciativas que são:
1. Palco d Produção Nacional
2. Catálogo da Produção Nacional
3. Prémio da Produção Nacional
Para entendimento geral o Prémio da Produção Nacional contempla 4 categorias:
1. Produto Nacional do Ano: produto fabricado em Angola que melhor combina qualidade, diferenciação, incorporação nacional e aceitação no mercado.
2. Substituições das importações: a empresa cujo o produto substitui, com qualidade e preço competitivos, um produto que o país importava.
3. Empresa Jovem: a empresa produtiva com até 5 anos de actividade que mais se destaca pela inovação, crescimento e emprego criado.
4. Cadeia Produtiva: a empresa que mais integra fornecedores nacionais e que mais contribui para o emprego e o rendimento ao longo da sua cadeia.
Uma nota importante: o prémio Empresa Jovem, é exclusivo a quem participa do Palco da Produção Nacional.
Para fazer parte desta iniciativa envie um email para Leonel.debrito@dinheirolimpo.com ou liga para 923 833 366.
Ainda não comprou o seu ingresso para o FIN Summit, clica no link na bio ou https://finsummit.ao Ver menos

Fonte: Euclides Francisco

mindcom.gov.ao Ministro da Indústria e Comércio

Rui Miguêns de Oliveira



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FEIRA PRODUZIR, TRANFORMAR E COMERCIALIZAR

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CAFÉ CIPRA: DIÁLOGO SEM MEDIAÇÃO 23.ª EDIÇÃO

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