A Secretária de Estado para o Comércio e Serviços, Augusta Fortes, referiu, no âmbito da 2.ª edição da Semana da Sustentabilidade, que este princípio não deve ser visto como um conceito abstracto, nem como uma tendência importada, mas sim como um instrumento de política económica e de gestão empresarial, susceptível de melhorar a eficiência, reduzir riscos, atrair investimento e abrir novas oportunidades de mercado.
A Secretária de Estado destacou a sustentabilidade como um pilar estratégico para o futuro económico de Angola, afirmando que, atualmente, todos somos chamados a fazer escolhas que determinam não apenas o ritmo do crescimento económico, mas também a sua qualidade, resiliência e capacidade de gerar valor de forma inclusiva e duradoura.
Para a governante, as empresas não devem olhar a sustentabilidade como um custo adicional, mas como um factor de competitividade, oportunidade para optimizar processos produtivos, reduzir desperdícios e aumentar a eficiência, diferenciar produtos e serviços, aceder a novas fontes de financiamento e reforçar a confiança dos mercados e dos parceiros.
A responsável sublinhou ainda, que a iniciativa deve ir além do debate, traduzindo-se em acções concretas e resultados mensuráveis no tecido empresarial nacional.
A 2.ª edição da Semana da Sustentabilidade é organizada pelo Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias empresas (INAPEM), sob o lema: Transição Verde e Desenvolvimento Económico em Angola, e decorre até amanhã, no hotel Epic Sana, em Luanda.